
SOLIDÃO
Eu fico contando as horas
Querendo que o tempo passe correndo
Como este vento que bate a porta
E me assusta
Você está muito longe daqui
E é preciso encontrar outro caminho
Viver sozinho não tem graça nenhuma
E ninguém se acostuma
Solidão num apartamento
Meu violão tenta ser um instrumento
Para não me deixar morrer
Num apartamento
Minha mente não
Possui mais pensamentos
Meus braços tão
Cansados e lentos
Sustentam a vontade de me erguer
Até quando vou ficar amargando a dor de não poder mais.
Solidão é uma das primeiras parcerias de Márcio Arruda e Zinaldo Velame.
Eu fico contando as horas
Querendo que o tempo passe correndo
Como este vento que bate a porta
E me assusta
Você está muito longe daqui
E é preciso encontrar outro caminho
Viver sozinho não tem graça nenhuma
E ninguém se acostuma
Solidão num apartamento
Meu violão tenta ser um instrumento
Para não me deixar morrer
Num apartamento
Minha mente não
Possui mais pensamentos
Meus braços tão
Cansados e lentos
Sustentam a vontade de me erguer
Até quando vou ficar amargando a dor de não poder mais.
Solidão é uma das primeiras parcerias de Márcio Arruda e Zinaldo Velame.