


Estou um pouco ausente do blog, pois estou finalizando o CD e com ocupações na área de agronomia, mas em breve publicarei as novidades.
A lua morre em agosto
Uma lua velha e torta
Morre entre as nuvens.
Meu rosto se veste de ferrugem
E a noite por um triz não vem.
Meus olhos cansados trancam a porta
O dia é dez, o mês agosto
E eu esqueci de ser feliz.
Música de Zinaldo Velame sobre poema de Luciano passos.
Nádias
Nádias, najas, nadjas e serpentes
Brilhos e venenosos rebrilhos de olhos
Ânsia de alcançar as estrelas
Incontido desespero de se ser azul
Talvez os reflexos destas festas
Não te adormeças
Não sei se você já marcou
Que as margaridas na se embriagam nunca
Não sei se você já marcou
E que a chuva amanhece os meus cabelos
Nádias, najas, nadjas e serpentes
Talvez você não tenha vindo de outros sóis:
Caminhões de cores vermelhas
Mas traz o estranho desespero dos seres azuis.
Letra: Nelson Magalhães Filho
Música: Zinaldo Velame