Numa noite avermelhada por estranhas paixões, um homem transtornado liga para Alice de um telefone público, dizendo que está sendo perseguido por pessoas bizarras, enquanto ele dirige para o mar.
Um vídeo de Nelson M. Filho com Pablo Sales.
Roteiro: Nelson M. Filho
Tempo: 12'22"
Baseado no conto de Pablo Sales.
Edição: Nelson M. Filho e Medina.
Música: Zé de Rocha e Zinaldo Velame (Rastro).
Vale conferir este vídeo. Pablo Sales dá um show de interpretação e 0 roteiro de NMF é muito bom. NMF também assina a direção. Mais informações no endereço: anjobaldio.blogspot.com .
sábado, 10 de março de 2007
sábado, 24 de fevereiro de 2007
reflexos de universos
Reflexos de Universos é uma revista de poesias, contos e textos literários. Representa um marco na cultura cruzalmense. Nas suas páginas já passaram grandes nomes da arte em Cruz das Almas, como: Nelson magalhães Filho, Hermes Peixoto, Luis Carlos Mendes, Ana Paula, Graça de Sena, Gláucia Guerra, Luciano Passos, Lita Passos, Patrícia Mendes, Márcio Arruda, Pablo Sales, Luciano Fraga, Ronaldo Braga e muitos outros. Eu tive o prazer de fazer parte desta revista em quatro edições com as poesias: Noite de Março (dedicada a NMF) N.59, Beira mar N.63, Diedre Holland N.61 e Meu canto N.60. Em breve publicarei estas poesias e outras da revista Reflexos de Universos.
Visite a homepage: http://www.cruadasalmas.com.br/casadacultura
Visite a homepage: http://www.cruadasalmas.com.br/casadacultura
Texto de Hild

Zinaldo Velame
Zinaldo, um grito ou um acalanto?
Seus passos na areia são notas musicais, seu cantar é um convite a uma doce viagem...
De quem falo, pouco preciso dizer, porque seu canto é seu cartão de visita.
Sua voz rouca e bem definida corta as noites deste país fazendo delas uma verdadeira Via Láctea...
Anjo ou demônio? Homem ou menino? Basta ouvir seu cantar para saber que de tudo ele traduz um pouco... um violão do lado, caminhando em passos rápidos, é Zinaldo que pela noite vai traduzir sentimentos, os inúmeros sentimentos que habitam o íntimo de todos que frequentam os bares da vida. Vai Zinaldo, poeta, menestrel, trovador, tudo pode ser, só basta acreditar... canário cantador, quem poderá calar a tua voz?
Você é algo mais, tua música é mais que demais, Caetano diria que você é "qualquer coisa".
Que as estrelas iluminem teus caminhos, mostrando-te assim tua terra prometida, canta menino manhoso, teu cantar é um alento para este povo sonhador, sofredor, mas que acima de tudo ainda sabe amar.
Hildebrando Sena
Hildebrando Sena é ator e professor de teatro em Cruz das Almas. Hild sempre participa de eventos culturais na cidade, emprestando seu talento e garra à cultura cruzalmense. Para mim ele escreveu esse texto que fala das minhas apresentações nos bares da vida.
Zinaldo, um grito ou um acalanto?
Seus passos na areia são notas musicais, seu cantar é um convite a uma doce viagem...
De quem falo, pouco preciso dizer, porque seu canto é seu cartão de visita.
Sua voz rouca e bem definida corta as noites deste país fazendo delas uma verdadeira Via Láctea...
Anjo ou demônio? Homem ou menino? Basta ouvir seu cantar para saber que de tudo ele traduz um pouco... um violão do lado, caminhando em passos rápidos, é Zinaldo que pela noite vai traduzir sentimentos, os inúmeros sentimentos que habitam o íntimo de todos que frequentam os bares da vida. Vai Zinaldo, poeta, menestrel, trovador, tudo pode ser, só basta acreditar... canário cantador, quem poderá calar a tua voz?
Você é algo mais, tua música é mais que demais, Caetano diria que você é "qualquer coisa".
Que as estrelas iluminem teus caminhos, mostrando-te assim tua terra prometida, canta menino manhoso, teu cantar é um alento para este povo sonhador, sofredor, mas que acima de tudo ainda sabe amar.
Hildebrando Sena
Hildebrando Sena é ator e professor de teatro em Cruz das Almas. Hild sempre participa de eventos culturais na cidade, emprestando seu talento e garra à cultura cruzalmense. Para mim ele escreveu esse texto que fala das minhas apresentações nos bares da vida.
Noites de agonias

Noites de agonias
Talvez,
Tomar goles verdes
Outrora bem vermelhos
Ou talvez esmurrar paredes
Me sangrar em frente ao espelho
Ser de sangue incontido
De olhos escurecidos
De feridas abertas e incuráveis
Desatar vertigens insuportáveis
Oh noites de agonias desatadas
Sermos como o mar
Aberto em desejos cruéis, fatais...
Poema de Nelson Magalhães Filho e Zinaldo Velame, escrito em 1987, num guardanapo no bar Flor de Liz do saudoso Rafael. Encotrado em 2006 no Baú de Zinaldo e virou música.
Poema Bar

Cristovão Cordier (Zezinho), poeta e amigo, proprietário do iluminado Poema Bar da Rua da Malva, onde eu e Nelson Magalhães Filho comíamos acarajés deliciosos, regados a batidas de goiaba. Além de nós dois, passavam por lá, poetas e músicos da cidade, como: Hermes Peixoto, Luciano Passos, Lita Passos, Beto Rebelde, Patrícia Mendes, Unaldo, Graça de Sena, Glaucia Guerra, Ana Paula e muitos outros. "Minha Pátria, meu risco" é um livro de poemas de Zezinho, que foi lançado no Poema Bar e eu fiz a parte musical. Segue o poema "Petisco" extraído desse livro.
"Se teus olhos me acharam foi descuido das minhas pálpebras, que não tiveram o que comer."
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Bar Delírio
Casa da Cultura. Arte de Roque Moraes.
Música de qualidade
Artes plásticas
Noites felinas. Nelson Magalhães Filho.
E.C. Bahia
Música de qualidade
Zinaldo e o poeta Giordano Diniz.
Música de qualidade
Hermes Peixoto e Zinaldo. O poema Segredos de amor de Hermes foi musicado por Zinaldo e Ian Ferreira em 2008.




